
sábado, 2 de outubro de 2010
A hidréletrica de Belo Monte
A obra de Belo Monte tem seus aspectos positivos e negativos, sendo que estudos estão sendo feitos para que os danos ambientais e sociais sejam de pequena complexidade. O investimento federal e privado é para que melhore o escoamento de energia elétrica na região e a melhora no escoamento de grãos, como a soja, e a pecuária na região, segundo inúmeros discursos do presidente da Vale e do presidente Lula. Muitos grupos sociais, indígenas e ambientais (IBAMA), são contrários à construção porque afirmam que o rio Xingu e seus afluentes poderiam ter seu curso afetado podendo causar graves danos florísticos e faunísticos, cerca de 35 segundo uma cartilha distribuida pelos ambientalistas. Além disso, irá causar a desapropriação dos indígenas de sua "reserva", ou seja, parece que algumas pessoas querem roubar mais territórios dos nativos para atender aos interesses de poderosos, pois tamanho interesse não é feito para ajudar famílias que vivem em palafitas próximas ao local, no sul do Pará. Mais uma vez, temos a certeza de que o capitalismo do governo pensa apenas no presente e não no futuro. A FUNAI atua como agente pacificador nas discussões, sendo importante seu papel na elaboração de um acordo. É necessário que haja uma integração dos povos, ou seja, um maior respeito na cultura e nos estudos das partes integrantes, para que se possa construir uma ideia que atenda ambas as partes do conflito.
A obra de Belo Monte tem seus aspectos positivos e negativos, sendo que estudos estão sendo feitos para que os danos ambientais e sociais sejam de pequena complexidade. O investimento federal e privado é para que melhore o escoamento de energia elétrica na região e a melhora no escoamento de grãos, como a soja, e a pecuária na região, segundo inúmeros discursos do presidente da Vale e do presidente Lula. Muitos grupos sociais, indígenas e ambientais (IBAMA), são contrários à construção porque afirmam que o rio Xingu e seus afluentes poderiam ter seu curso afetado podendo causar graves danos florísticos e faunísticos, cerca de 35 segundo uma cartilha distribuida pelos ambientalistas. Além disso, irá causar a desapropriação dos indígenas de sua "reserva", ou seja, parece que algumas pessoas querem roubar mais territórios dos nativos para atender aos interesses de poderosos, pois tamanho interesse não é feito para ajudar famílias que vivem em palafitas próximas ao local, no sul do Pará. Mais uma vez, temos a certeza de que o capitalismo do governo pensa apenas no presente e não no futuro. A FUNAI atua como agente pacificador nas discussões, sendo importante seu papel na elaboração de um acordo. É necessário que haja uma integração dos povos, ou seja, um maior respeito na cultura e nos estudos das partes integrantes, para que se possa construir uma ideia que atenda ambas as partes do conflito.
sábado, 29 de agosto de 2009
Invasão Marítima na orla de Paulista.
O mar na praia de Paulista avança de mês em mês sem a presença direta do governo do município para resolução dos transtornos que os moradores são vítimas. Segundo os moradores o governo recebeu cerca de 3 milhões do PAC para investimentos, mas até agora não foram homologadas as verdadeiras obras de revitalização do local. O secretário de infra-estrutura do município do Paulista disse que até agora os investimentos não foram apresentados no plantel da prefeitura e que quando chegarem eles serão devidamente empregados na obra. O prazo não foi dado, mas os moradores tem o direito de que se tenha uma presença mais rápida, eficaz e participativa da prefeitura nos seus problemas, pois não é a prefeitura do povo, então haja com respeito.
domingo, 5 de abril de 2009
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